Revisão e Opiniões do Hyundai Veloster G1 (2011 – 2013)

O Hyundai Veloster G1 desembarcou no Brasil na segunda metade de 2011, aproveitando um período de grande sucesso da marca no mercado brasileiro.

Lançado como uma alternativa mais moderna em um mercado repleto de carros comuns, o Veloster encantou muitos com seu design peculiar.

No entanto, seu desempenho aquém das expectativas, o estilo excessivamente ousado e as controvérsias em torno de seu marketing encurtaram significativamente sua presença por aqui.

O modelo permaneceu no Brasil por apenas três anos (2011-2014), com dois anos-modelo (2012 no lançamento e 2013, já que saiu do mercado no início de 2014).

Conheça nossa análise detalhada do Hyundai Veloster G1, em colaboração com o canal Volta Rápida. Descubra mais sobre as características únicas desse modelo, seus pontos positivos e negativos!

Design

Desde o início, o maior atrativo do Hyundai Veloster G1 é seu design singular, que mescla características de hatchback (como a tampa traseira ampla) e coupé (com seu teto suavemente inclinado até a traseira e colunas C deitadas).

Esse conceito de design surgiu em 2007, no projeto HND-3 Veloster, que almejava um carro esportivo compacto, mas com traços típicos de grandes esportivos. A proposta agradou e, quatro anos depois, materializou-se no Veloster de produção.

Na frente, destacam-se a grande “boca” central do para-choque e faróis estendidos até os para-lamas, cortados pelo capô, dando continuidade ao design do para-choque.

O que chama atenção na lateral são os para-lamas robustos, janelas estreitas e a marca registrada do Veloster: uma única porta maior do lado do motorista e duas portas menores do lado do passageiro, característica preservada até hoje, mesmo na segunda geração que não chegou ao Brasil.

Na traseira, o destaque fica por conta do escape central e um para-choque proeminente contrastando com a pequena tampa do porta-malas, dividida entre vidros e chapa, que se abre até a altura das cabeças dos passageiros traseiros.

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Mecânica

Baseado na plataforma PB, assim como os Kia Rio e Hyundai HB20, o Veloster no Brasil foi equipado com uma única opção de motor e câmbio: o motor 1.6 aspirado de quatro cilindros da família Gamma, associado a uma transmissão automática de seis marchas.

Esse motor, exclusivo para gasolina, entrega até 128 cv de potência e 16,1 kgfm de torque. O veículo conta também com freios a disco nas quatro rodas de série em todas as versões.

A polêmica em torno do Veloster decorre principalmente das alegações do grupo CAOA, que divulgavam o motor como sendo um 1.6 GDI com injeção direta de combustível e desempenho superior ao verdadeiro motor Gamma.

Tal equívoco gerou diversas ações judiciais e prejudicou a reputação do modelo no país, amplamente criticado por seu desempenho insatisfatório frente seu design ousado.

Confira avaliações de alguns concorrentes do Hyundai Veloster G1:

  • Fiat Bravo G2 (2011-2016)
  • Peugeot 308 G1 (2012-2019)
  • Citroën C4 G1 (2007-2013)

Interior

O interior do Veloster foi inspirado em motos esportivas, resultando em um cockpit cheio de linhas marcantes e detalhes elaborados.

As saídas de ar misturam formatos trapezoidais nas extremidades e paralelogramos no centro, adornadas por acabamentos prateados ou cromados, que também aparecem no volante e painel central.

O painel de instrumentos segue o padrão da Hyundai da época, com componentes analógicos e uma tela para informações básicas do computador de bordo.

Há acabamento em plástico rígido, detalhes em couro nas portas, iluminação azul e, dependendo da versão, um teto solar panorâmico.

Tecnologia

Independentemente das três versões oferecidas, o Veloster sempre veio equipado com uma boa lista de itens de série, variando apenas em detalhes superficiais entre as versões mais sofisticadas.

Itens de série incluem:

  • Computador de bordo
  • Volante multifuncional em couro
  • Banco do motorista com ajuste elétrico
  • Partida por botão
  • Ar-condicionado digital
  • Sistema de som com Bluetooth
  • Entrada USB
  • Piloto automático

As versões mais caras incluem teto solar panorâmico e rodas de liga leve aro 18.

Deseja saber mais sobre o Hyundai Veloster G1? Conheça mais a fundo!

Principais pontos fortes

Design

Uma escolha ideal para quem deseja se destacar no dia a dia, o design do Veloster é um verdadeiro atrativo. Mesmo após uma década, ele ainda causa impacto.

Conforto

A condução do Hyundai Veloster G1 é extremamente confortável, com direção leve e uma suspensão eficaz.

Custo-benefício

Com uma excelente lista de equipamentos, aparência chamativa e preço acessível, o Veloster é uma boa opção de carro usado para quem quer economizar sem abrir mão do estilo.

Principais pontos fracos

Desempenho

Apesar de leve, o motor 1.6 não condiz com a aparência esportiva do modelo, o que frustrou muitos consumidores.

Visibilidade

As janelas pequenas e largas colunas traseiras prejudicam a visibilidade, desafiando motoristas na hora de estacionar, mesmo com sensores e câmeras.

Mercado

Devido à sua curta duração e reputação manchada, a venda ou compra do Veloster pode ser mais complicada, embora ele possua um nicho específico de compradores interessados.

Concorrentes diretos

  • Volkswagen Golf
  • Chevrolet Cruze Sport6
  • Ford Focus
  • Kia Soul

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