A indústria automotiva está se tornando cada vez mais tecnológica e moderna, com o desenvolvimento de peças inovadoras e eficientes que visam melhorar o desempenho dos veículos. Exemplos disso são o turbocompressor elétrico e a suspensão eletrônica. Nesse contexto, a mola a gás foi concebida para substituir a mola mecânica tradicional.
De modo geral, a mola a gás se destaca por ser mais econômica, leve e precisa, além de sua grande versatilidade. Ela desempenha funções cruciais em diversos componentes, como abrir, sustentar e fechar a tampa do porta-malas, capô, portas de compartimentos de bagagem, grades, entre outros.
Se você está interessado em saber mais sobre a mola a gás, incluindo como realizar a troca e inspeção desse componente, continue acompanhando este post onde apresentaremos todos os detalhes. Confira!
Quando substituir a mola a gás?
A mola a gás é acionada pelo nitrogênio que realiza a sustentação. Este item é composto por um corpo de aço carbono e uma haste com tratamento especial.
Uma diferença importante desse componente em relação à mola mecânica é que o nitrogênio e o óleo não se misturam, prevenindo a fadiga e garantindo um desempenho duradouro.
Porém, com o uso prolongado, a eficácia da mola a gás pode diminuir devido a vazamentos. Para evitar problemas e prevenir a perda completa da funcionalidade, é crucial substituir a mola assim que a eficiência reduzir significativamente.
Perda de pressão
A eficiência da mola a gás depende do gás pressurizado que impulsiona o pistão. Isso ajuda, por exemplo, na abertura de portas sem necessidade de esforço do usuário. Quando há redução na pressão, a eficiência da mola diminui, exigindo que a peça seja substituída para que o funcionamento correto seja retomado.
Vazamentos
Um sinal claro de desgaste da mola a gás que demanda substituição é o vazamento de gás. Quando isso acontece, pode ser necessário aplicar mais força para abrir a porta, ou em casos mais críticos, a mola pode falhar em manter a sustentação, colocando a segurança em risco.
Como realizar a manutenção da mola a gás?
Ao contrário do que muitos imaginam, a mola a gás não demanda manutenção periódica. Ela é um componente de ajuste fechado e hidropneumático, que não requer lubrificação.
Aplicação da mola a gás em veículos pesados e leves
Para entender a aplicação da mola a gás em veículos variados, é essencial compreender seu funcionamento: a força da mola é originada pela pressão interna no cilindro, que é gerada pelo nitrogênio.
Em veículos leves e pesados, a pressão atua sobre a área do êmbolo da haste. Em estado não carregado, a haste fica extraída. Quando a haste é retraída, o volume do cilindro diminui e o gás é comprimido, aumentando a força da mola, em função do diâmetro do êmbolo e do volume do cilindro. Seguir as instruções de montagem da embalagem é fundamental.
Para evitar perda significativa de gás, as molas não devem ser submetidas a tração, forças de curvatura ou laterais. A montagem e a remoção devem ocorrer sempre em estado descarregado.
Agora que você conhece todos os detalhes sobre a mola a gás, já percebeu que se trata de um componente extremamente eficaz, certo? Sua natureza versátil, leve, precisa, econômica e segura, sem necessidade de manutenção, é vantajosa. Não se esqueça de também realizar a manutenção de outros componentes, como o cânister, para garantir o desempenho e segurança do veículo.
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