Confira o desenvolvimento dos transportes terrestres no Brasil

Você já parou para pensar que, sem os meios de transporte terrestre, talvez não existissem países bem estruturados e o mundo seria completamente diferente? O Brasil, gigantesco em extensão, também faz parte dessa história.

A evolução dos meios de locomoção foi essencial para o avanço das nações, da indústria, do consumo e da sociedade em geral. Quanto mais fácil, rápido e eficiente for o transporte, mais acelerado é o ritmo de desenvolvimento.

Imagine um mundo sem carros ou onde todos ainda dependessem da tração animal para se mover. Será que teríamos uma população global próxima a 8 bilhões de pessoas?

Hoje, vamos explorar o impacto da evolução dos transportes terrestres no Brasil:

A evolução dos meios de transporte no Brasil

Em 22 de abril, comemoramos os 523 anos desde a chegada de Pedro Álvares Cabral ao Brasil, com sua frota de navios portugueses.

No ano 1500, estávamos longe de ver o primeiro carro ser fabricado, e mais ainda, do surgimento do primeiro automóvel produzido no Brasil. Então, como nossos meios de transporte evoluíram tão significativamente?

Assim como no resto do mundo, a tração animal foi, no passado, a principal forma de locomoção. Curiosamente, em algumas cidades rurais e pequenas localidades, essa prática ainda é comum. Vivemos em um país onde carros de luxo circulam pelas mesmas ruas que veículos populares ou muito antigos, e há regiões onde a carroça ainda é utilizada.

A primeira ferrovia do Brasil e a readaptação do trem

Em 1854, o Brasil inaugurou sua primeira ferrovia. Segundo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o primeiro trecho ferroviário foi aberto por Dom Pedro II, conectando Porto de Mauá e Fragoso, no Rio de Janeiro, em uma extensão de 14 km.

Com o tempo, e devido à evolução de outras formas de transporte de cargas, muitas linhas ferroviárias foram desativadas, tornando o uso dos trens algo mais especializado. Hoje, cidades como São Paulo e Rio de Janeiro utilizam suas malhas ferroviárias para o transporte público, seja por meio de trens que conectam áreas periféricas ou do metrô que oferece locomoção rápida nas zonas centrais.

Os primeiros carros no Brasil

O primeiro automóvel a combustão que circulou no Brasil foi o Peugeot Tipo 3, trazido ao país por Alberto Santos Dumont. Até na evolução do transporte terrestre, o lendário aviador brasileiro deixou sua marca.

O primeiro carro a combustão fabricado em série no Brasil foi o Romi-Isetta, lançado em 1956 e produzido pela Romi, uma fabricante de tratores de Santa Bárbara d’Oeste (SP). Até 1961, cerca de 3 mil unidades foram vendidas no Brasil. Apesar de pequeno, com apenas 2,28 metros de comprimento, o Romi-Isetta foi atrativo para artistas e famílias com alto poder aquisitivo.

Contudo, o Romi-Isetta enfrentou dificuldade devido às regulamentações de veículos e incentivos fiscais do governo de Juscelino Kubitschek, o que o tornou obsoleto e menos competitivo, resultando no fim de sua produção.

Qual é o carro mais vendido no Brasil em toda a história?

O Volkswagen Gol, lançado em 1980, conquistou o título de carro mais vendido da história do Brasil, com mais de cinco milhões de unidades comercializadas. Após mais de 40 anos de sucesso e cerca de 7 milhões de unidades emplacadas, o Gol foi substituído pelo Volkswagen Polo Track.

Hoje, o veículo de maior venda em produção no Brasil é a picape Fiat Strada, com aproximadamente 1,6 milhão de unidades.

O Tesla brasileiro?

Embora uma comparação exagerada, uma marca brasileira demonstrou pioneirismo no mercado nacional de carros elétricos. Em 1975, o Gurgel Itaipu, nomeado em homenagem à usina hidrelétrica, tornou-se o primeiro veículo elétrico do Brasil e da América Latina. Apesar de inovador, o Gurgel Itaipu não foi além dos protótipos devido à baixa autonomia, mas seu pioneirismo previu uma tendência que décadas depois se tornaria dominante.

Os meios de transporte no Brasil continuam a evoluir rapidamente. Embora ainda não estejamos na era dos carros voadores, já adotamos uma postura mais sustentável na busca por alternativas que reduzam a emissão de gases poluentes. Qual será a próxima tendência no mercado automotivo? Descobriremos em breve.

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