Como detectar adulteração na quilometragem do carro!

Avanços Tecnológicos nos Veículos: Mais Segurança e Confiabilidade

Anualmente, as inovações tecnológicas das montadoras de veículos avançam, proporcionando maiores níveis de segurança, conforto e desempenho aos automóveis lançados no mercado. Estas melhorias não apenas garantem mais proteção para os consumidores, mas também incluem a introdução de itens essenciais como airbags, que agora fazem parte do equipamento padrão dos carros.

Uma das mudanças significativas é a substituição de componentes analógicos por suas versões digitais, o que amplia a comodidade para os motoristas. Um exemplo simples, mas importante, é o hodômetro, que mede a quilometragem percorrida pelo veículo.

Até a metade dos anos 90, os hodômetros eram analógicos, o que facilitava a adulteração da quilometragem pelos vendedores de carros, manipulando o painel para aumentar ou diminuir os números mostrados. Esse tipo de fraude poderia levar à venda de veículos com mais de 100 mil quilômetros como se tivessem menos de 40 mil, o que impacta diretamente o valor de venda do carro.

Essa manipulação comprometia mais do que apenas o preço de mercado. Quem utiliza o carro para trabalhar, por exemplo, pode acabar deparando-se com um número elevado de peças defeituosas não previsto. A migração para hodômetros digitais tornou essa prática mais difícil, mas não totalmente eliminada. O Código Penal agora considera esse ato como crime de estelionato.

Contudo, existem várias estratégias para descobrir se a quilometragem foi adulterada:

Verificação da Central Eletrônica

Uma maneira eficaz de verificar a adulteração da quilometragem é a leitura da central eletrônica do veículo. Com a ajuda de um mecânico de confiança e um scanner automotivo apropriado, você pode comparar os dados do painel com os registros internos do carro. No entanto, é fundamental que o processo seja conduzido por um profissional experiente para evitar a perda de dados importantes do veículo.

Conferência do Manual do Veículo

Carros sem manuais devem ser evitados, pois este documento contém informações úteis que podem indicar se a quilometragem foi alterada. É importante verificar os carimbos das revisões nas concessionárias e comparar com as quilometragens mencionadas. Caso não haja registros em concessionárias, exija notas fiscais de manutenção feitas em oficinas mecânicas, que devem conter a data e a quilometragem do serviço.

Avaliação do Desgaste Geral do Carro

Comparar o desgaste das peças do carro pode indicar se a quilometragem registrada é verdadeira. Um carro com 40 mil quilômetros deve ter componentes como volante, bancos e pedais em condições quase novas, além de bateria, chave e calotas originais. Sinais de uso avançado indicam uma quilometragem maior do que a exibida.

Controle dos Pneus

A vida útil dos pneus geralmente varia entre 40 mil e 60 mil quilômetros. Verifique a data de fabricação dos pneus, indicada por números após a sigla DOT; eles devem corresponder ao ano do carro. Pneus que não são originais e apresentam desgaste incompatível são um sinal de adulteração.

Inspeção de Sinais de Violação no Painel

Alterações no painel de um carro podem deixar rastros, como riscos ou danos na moldura. Esteja atento a essas indicações ao considerar a compra de um veículo, especialmente se o marcador for analógico, para verificar a correta disposição dos números.

Curiosidade Sobre Quilometragem

Saber o que é considerado uma quilometragem alta pode ajudar na avaliação de um veículo usado. Quilometragem superior a 2.000 km mensais indica um carro muito rodado. No entanto, a forma de uso e manutenção também influenciam a qualidade do veículo.

Agora que você conhece as estratégias para evitar a compra de um carro com quilometragem adulterada, continue sua pesquisa para encontrar o automóvel ideal para suas necessidades, especialmente se for para uso profissional. Para mais dicas e informações, siga nossas redes sociais:

Aproveite suas aquisições e faça sempre bons negócios!

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