Avaliação Completa do Volkswagen Santana G3
O Volkswagen Santana G3, lançado no Brasil em 1999, marcou o encerramento da produção deste modelo icônico. Este último lançamento representou não apenas uma mudança de estilo, mas também o fim de um dos veículos mais admirados e sofisticados da marca no país.
Com o retorno do Passat em 1995 para sua terceira geração, o Santana começou a parecer ultrapassado e simplista. O Passat, alinhado aos padrões europeus mais rigorosos, levou a Volkswagen a reposicionar o Santana em seu portfólio.
Design
No último modelo do Santana, a Volkswagen optou por ajustes sutis, aproveitando o design da segunda fase. Na parte frontal, os novos faróis, menores e com lentes complexas, ganharam setas laterais transparentes para um visual mais moderno. Um para-choque reformulado separa a grade central dos faróis, mantendo a estética clássica.
As laterais mantiveram praticamente o mesmo estilo, com para-lamas levemente arqueados e vincos contínuos. A principal mudança foi a remoção dos quebra-ventos, popular em veículos mais antigos. Na traseira, as lanternas passaram por pequenas atualizações e o para-choque adquiriu um visual mais suave.
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Mecânica
A terceira fase do Santana manteve a plataforma B2 e os motores 1.8 e 2.0, mas eliminou o carburador e a transmissão automática de três marchas. O modelo passou a contar com injeção eletrônica, câmbio manual de cinco marchas, suspensão traseira por eixo de torção e freios dianteiros a disco.
Vídeo: Conheça mais sobre o Volkswagen Santana 2002
Interior
As alterações internas foram mínimas. O painel perdeu alguns detalhes de design, mas a disposição geral permaneceu inalterada, com algumas modificações nos botões do console central.
Tecnologia
A tecnologia do Santana G3 não apresentou avanços significativos, pois o Passat substituiu o Santana como o modelo premium da Volkswagen. As versões mais econômicas tinham poucos equipamentos, enquanto as versões superiores ofereciam itens básicos como vidros elétricos e ar-condicionado.
Principais Vantagens
Custo de Manutenção
O Santana manteve a mesma linha de motores, compartilhados com outros modelos, garantindo manutenções acessíveis.
Conforto
Mantendo a construção robusta, o Santana continuou a oferecer o conforto característico, com espaço adequado para todos os ocupantes.
Usabilidade
Discreto e acessível, o Santana G3 é uma opção econômica que não atrai atenções indesejadas, o que é uma vantagem em tempos de insegurança.
Principais Desvantagens
Equipamentos
Com uma gama de versões reduzida, o Santana sacrificou alguns confortos, tornando-se um veículo básico.
Motor Flex
O Santana nunca teve um motor flex, limitando suas opções de combustível. Apenas uma versão singular a etanol foi oferecida.
Revenda
No mercado de usados, o Santana não tem boa liquidez. Seus preços variam, tornando os modelos mais novos e acessíveis mais atraentes.
Principais Concorrentes
- Fiat Tempra
- Ford Versailles
- Chevrolet Monza
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